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domingo, 13 de maio de 2012

Cansado da splash screen no Ubuntu?


Você está cansado daquela imagem de splash screen que aparece no boot e shutdown do Ubuntu? É muito simples alterar essa imagem, para fazer isso basta fazer o download do Plymouth Manager no endereço https://launchpad.net/plymouth-manager/+download e fazer a instalação do pacote com o seu gerenciador de pacote instalado, Gdeb por exemplo.

Depois de instalado tecle ALT+F2 e digite plymouth para executar o programa, acesse a aba 'Themes', altere para o tema que você desejar e clique no botão 'Apply an installed theme', pronto!

sábado, 12 de maio de 2012

Instalar Unity no Kubuntu

Hoje resolvi dar mais uma chance ao Unity...

A primeira vez que tive contato com ele foi no lançamento, na época não gostei e por causa disso resolvi experimentar o Kubuntu e seu KDE, desde então tenho usado o Kubuntu e não tenho absolutamente nada a reclamar do seu funcionamento, porém simplesmente enjoei do estilo Windows like dele... então depois de ouvir que o Unity havia melhorado muito desde o seu lançamento resolvi experimentar no meu notebook de produção. Já havia testado ele via live-cd, mas não é a mesma coisa de ver exatamente o seu ambiente de trabalho completo e disponível nele. Então para conseguir usar o Unity e não ter que instalar o Ubuntu do zero, resolvi instalar apenas o pacote que dá a opção de escolher entre o KDE e o Unity no login, para fazer isso é muito simples, basta acessar o terminal de comandos e digitar:

sudo apt-get install ubuntu-desktop

Depois de ter baixado e instalado os arquivos será necessário reiniciar o computador.

Eu encontrei apenas 1 problema (por enquanto rsrsrsrs) ao usar o Unity, quando eu clicava o ícone do Dash e digitava qualquer aplicativo que já estava instalado, simplesmente não aparecia nada... mas foi simples de resolver, basta digitar o comando abaixo e depois reiniciar o sistema:

mv ~/.local/share/zeitgeist  ~/.local/share/zeitgeist.bak

Por enquanto estou gostando muito do que estou vendo, realmente a interface Unity evoluiu muito e está bem melhor do que a versão inicial, se tudo continuar assim muito provavelmente em breve faço uma instalação limpa do Ubuntu novamente no meu notebook de produção.

[]'s

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Problemas de som no [K]ubuntu após atualização para 12.04

Tenho um notebook que ocorreu um pequeno inconveniente após a atualização para a versão 12.04, simplesmente ao executar qualquer vídeo, ou música, o som estava saindo nos speakers e no headphone ao mesmo tempo, depois de tentar várias soluções, a única que funcionou foi recompilar o pacote do alsa. Parece complicado mas foi bem tranquilo, basta acessar o site http://www.alsa-project.org/main/index.php/Download e fazer o download do driver, descompactar em uma pasta qualquer e seguir o passo-a-passo do arquivo INSTALL (apenas até o item 6 - inclusive).

Depois de compilar e instalar reinicie o seu notebook, feito!

UPDATE: Esse procedimento também foi útil após a atualização para o kernel 3.2.0-24.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

[K]Ubuntu com kernel 3.1 travando no boot

Galera, se alguém como eu resolveu instalar o kernel 3.1 ou até mesmo o 3.1.4 e quando foi reiniciar o micro ficou com ele travado logo após o boot, o problema no meu caso foi simples de resolver:

apt-get remove virtualbox

Sim... por algum motivo (que eu não tive tempo de descobrir ainda) se você tem o VirtualBox instalado vai dar problema com esse kernel... então ou fique no kernel 3.0 com o seu VirutalBox funcionando ou vá para o 3.1 sem VirtualBox....

T+

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Nagios "Error: Could not open command file '/usr/local/nagios/var/rw/nagios.cmd' for update!"

Recentemente configurei o Nagios no servidor e depois de um reboot acabei recebendo a mensagem "Error: Could not open command file '/usr/local/nagios/var/rw/nagios.cmd' for update!" quando tentava fazer uma alteração no tempo de verificação de um serviço utilizando o ambiente web.

Foi relativamente simples de resolver, basta acrescentar o usuário do Apache no arquivo /etc/group aos usuários do Nagios.

No [K]Ubuntu o usuário do Apache é o www-data, sabendo disso,  abra com um editor de sua preferência (mas que não grave formatação, pode ser o gEdit ou Kate por exemplo) o arquivo /etc/group, eu particularmente prefiro via shell usar o pico, como abaixo:

sudo pico /etc/group

Procure pelo usuário nagios e faça as alterações necessárias para que ele fique assim:


nagios:x:1034:nagios,www-data
nagcmd:x:1035:nagios,www-data

Salve as alterações, no caso do pico utilizando a tecla CTRL+O seguida de ENTER.

Depois disso reinicie o serviço do Apache e do Nagios:

sudo apache2ctl restart
sudo /etc/init.d/nagios restart

Pronto. E a vida segue.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Nagios: inserindo processo de monitoramento

Acrescentar um processo de monitoramento no Nagios é muito simples, basta editar o arquivo /usr/local/nagios/commands.cfg e adicionar o tipo de comando que você precisa, seguindo o formato como no exemplo a seguir:


# 'check_ProcessoAMonitorar' command definition
define command{
        command_name    check_ProcessoAMonitorar
        command_line    $USER1$/check_tcp -H 192.168.1.2 -p 26000
        }

No exemplo acima, foi criado um monitoramento de um processo (via  tcp) no servidor 192.168.1.2 e na porta 26000, aqui vale lembrar que você pode monitorar um serviço deste tipo em outro servidor, mesmo que fora da sua rede.

Lembre-se de reiniciar o Nagios para que ele carregue a nova configuração:
sudo /etc/init.d/nagios restart

Simples, não é mesmo?

Instalando Nagios no [K]Ubuntu

Por várias vezes protelei a instalação do Nagios no meu servidor, pra falar a verdade cada vez que eu lia aquela sopa de letrinhas na instalação me desanimava, mas hoje resolvi fazer e fiz... :-)

Segui os passos do que julgo ser o melhor tutorial para a instalação do Nagios, está tudo em inglês, mas o que interessa mesmo são os comandos e umas pegadinhas que essas sim eu vou colocar aqui. O tutorial você pode serguir deste link.

Mas atenção, abaixo as minhas dicas e "pegadinhas":

1) No passo "4) Customize Configuration", existe a instrução para você editar o arquivo /usr/local/nagios/etc/objects/contacts.cfg, o problema é que esse arquivo não existe, na realidade você deve editar o arquivo /usr/local/nagios/etc/localhost.cfg e alterar o contato conforme sua necessidade, segue exemplo:


define contact{
        contact_name                    nagios-admin
        alias                           Nagios Admin
        service_notification_period     24x7
        host_notification_period        24x7
        service_notification_options    w,u,c,r
        host_notification_options       d,r
        service_notification_commands   notify-by-email
        host_notification_commands      host-notify-by-email
        email                           meuemail@gmail.com <<< ALTERE AQUI O SEU EMAIL
        }

2) Depois de você ter tudo instalado provavelmente você vai tentar acessar o http://seuhost/nagios com o usuario nagiosadmin e a senha definida no meio do processo, o problema é que simplesmente ao se logar você vai receber a mensagem de que não tem permissão pra ver nada, algo como a mensagem abaixo:


It appears as though you do not have permission to view information for any of the services you requested...



If you believe this is an error, check the HTTP server authentication requirements for accessing this CGI
and check the authorization options in your CGI configuration file.

Para resolver isso você vai precisar editar o arquivo /usr/local/nagios/etc/cgi.cfg e remover o '#' no início das linhas onde você encontrar a palavra nagiosadmin, na verdade esse é o usuário que você vai informar que tem a permissão de acesso.

3) E a última coisa que eu precisei fazer para que tudo funcionasse foi mudar as permissões e o usuário dono  do diretório /usr/local/nagios, fiz o seguinte:

sudo chown -R nagios:nagios /usr/local/nagios



É isso.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Problemas no Wunderlist 1.2.4 no [K]Ubuntu 11.10

O Wunderlist é na minha opinião o melhor software pra você controlar listas de tarefas, com ele você pode sincronizar todos os seus  "todo's" em vários sistemas operacionais, inclusive em um app no Android.

Instalei o Wunderlist quando eu tinha o Kubuntu 11.04 no meu notebook e depois que fiz a atualização para o Kubuntu 11.10 ele simplesmente parou de funcionar. Acabei descobrindo ao tentar executar o Wunderlist pela linha de comando que o que realmente estava faltando eram algumas bibliotecas (.so), na verdade esses arquivos foram atualizados junto com o Kubuntu e seus nomes foram alterados, então para resolver o problema basta criar alguns links simbólicos para que o Wunderlist "pense" que as bibliotecas continuam as mesmas.

Então pra fazer isso basta que você abra uma janela do terminal (konsole no Kubuntu) e digite os seguintes comandos:

cd /opt/Wunderlist-1.2.4
sudo ln -s /usr/lib/i386-linux-gnu/libffi.so.6 /usr/lib/i386-linux-gnu/libffi.so.5
sudo ln -s /usr/lib/i386-linux-gnu/libnotify.so.4 /usr/lib/i386-linux-gnu/libnotify.so.1
sudo ln -s /usr/lib/i386-linux-gnu/libssl.so.1.0.0 /usr/lib/i386-linux-gnu/libssl.so.0.9.8
sudo ln -s /usr/lib/i386-linux-gnu/libcrypto.so.1.0.0 /usr/lib/i386-linux-gnu/libcrypto.so.0.9.8
mv /opt/Wunderlist-1.2.4/runtime/1.2.0.RC3/libcurl.so.4 /opt/Wunderlist-1.2.4/runtime/1.2.0.RC3/libcurl.so.4.backup
sudo ln -s /usr/lib/i386-linux-gnu/libcurl.so.4 /opt/Wunderlist-1.2.4/runtime/1.2.0.RC3/libcurl.so.4

OBS: 
1) /opt/Wunderlist-1.2.4 é o meu diretório de instalação do Wunderlist, se o seu for diferente faça a alteração no diretório correto.
2) O Kubuntu que eu tenho instalado é o 32bits, então caso o seu SO seja 64bits faça os ajustes nos paths, substituindo o i386 por x86_64.

É isso! Agora o seu Wunderlist já deve estar funcionando na versão 11.10 do Ubuntu ou Kubuntu.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Erro ao iniciar o mysql

Você já se deparou com a mensagem abaixo ao tentar iniciar o mysql pelo shell?

ERROR 2002 (HY000): Can't connect to local MySQL server through socket '/var/run/mysqld/mysqld.sock' (2)


No meu caso o problema era simples de resolver, o HD simplesmente estava cheio... bastou apagar alguns arquivos de log e backup que existiam e não eram mais necessários para liberar espaço no HD e tudo voltou ao normal depois de um reboot.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Tether USB com Android (2.3) e [K]Ubuntu 11.10

Realizar tethering com o celular em um notebook as vezes é essencial, o Android oferece 2 formas de fazer isso, uma delas é criando um Hotspot 3G, que na minha opinião é a melhor, o problema dela é que se você está em um local que não tem uma tomada pra ficar carregando o celular você poderá ser surpreendido com a falta de bateria, já que se optar pela carga da bateria através do cabo USB enquanto utiliza o Hotspot 3G criado pelo celular ele muito provavelmente vai gastar a bateria mais do que está conseguindo carregar, já que o cabo USB transfere apenas 50% da energia que se o celular estivesse sendo carregado na tomada.

Então a segunda opção é fazer tethering através do próprio cabo USB e é bem simples. No Windows muito provavelmente você precisaria baixar alguns drivers para conseguir esse acesso, mas no Linux basicamente o que você vai precisar é apenas configurar o celular, então siga os passos abaixo para habilitar a conexão no celular:

1) Acesse Menu->Configurações->Aplicativos->Desenvolvimento e habilite a opção 'Depuração USB'
2) Conecte o cabo USB no seu notebook
3) Acesse Menu->Configurações->Redesem fio e outras->Vínculo e habilite a opção 'Vínculo USB'

Com isso você já deve estar navegando normalmente.

Pra mim a grande vantagem no tethering via USB é a redução do consumo de energia no celular e consequentemente ele esquentar menos. Tenho um smartphone com teclado físico e ele já estragou por superaquecer, acabou "soltando" o teclado justamente onde fica a antena wifi que "pega fogo" ao ser usada quando se cria o Hotspot 3G.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Ubuntu / Kubuntu 11.10 + placa wireless broadcom

Deixa eu adivinhar, você usava feliz e contente a sua placa de rede wireless no Ubuntu/Kubuntu 11.04 seguindo a dica Travando versão do driver da placa wifi Broadcom e agora fez a atualização para a versão 11.10 e parou de funcionar não é? Infelizmente (ou felizmente...) você não está sozinho....

Mas não se desespere, a minha voltou a funcionar, com alguns poréns, mas voltou....

Aparentemente esse é um problema apenas quando se faz a atualização, li muito na net e parece que todos que fizeram uma instalação limpa não passaram por isso.

Apenas para deixarmos claro algumas coisas, não sei se a solução servirá para a sua placa, pra minha foi a única forma que encontrei, então para ter certeza veja a versão da que está instalada no seu notebook e compare com o meu:


je@je:~$ sudo lshw -C network
[sudo] password for je:
   *-network
       description: Wireless interface
       product: BCM4311 802.11b/g WLAN
       vendor: Broadcom Corporation
       physical id: 0
       bus info: pci@0000:03:00.0
       logical name: eth1
       version: 01
       serial: 00:19:7e:78:55:f2
       width: 32 bits
       clock: 33MHz
       capabilities: pm msi pciexpress bus_master cap_list ethernet physical wireless
       configuration: broadcast=yes driver=wl0 driverversion=5.60.48.36 ip=192.168.1.109 latency=0 multicast=yes wireless=IEEE 802.11bg
       resources: irq:17 memory:84400000-84403fff


Ou seja, a minha placa é uma BCM4311 (droga!!!!) e o driver atualmente utilizado é o 5.60.48.36.

O problema:
Fiz a atualização do 11.04 para o 11.10, atualizei tudo, inclusive o driver da placa na esperança deste problema já ter sido resolvido e quando dei o primeiro boot... bingo!!! A minha placa wireless não funcionava mais... grande novidade...

As tentativas que não funcionaram:
1) Segui a dica de voltar a versão antiga do driver, nada...
2) Atualizei novamente para a última versão do driver e segui a dica do próprio site da Broadcom que indica fazer uma espécie de patch para correção do problema em kernel 3 ou superiores, nada... mas pelo menos essa me deu uma ideia de como resolver o problema, claro, o problema está com a versão do driver nesse Kernel!!! Até esse momento eu não fazia a menor ideia do porque não funcionava.
3) Trocentas outras tentativas...

Então qual foi a brilhante ideia? Usar o 11.10 com o Kernel antigo haaaargggg!!!! Mas fazer o que????

Então pra fazer isso siga a seguinte dica:

Mudar a opção default de boot no grub

Neste caso, como eu ainda tinha o Kernel antigo instalado mesmo depois da atualização, apenas setei no Grub que eu quero fazer o boot utilizando o Kernel antigo.... WTF!!!!

E claro, nem pense em usar o driver novo da placa, mantenha o mesmo 5.60.48.36 da dica  Travando versão do driver da placa wifi Broadcom.

Não muito legal né? Mas funciona. E por favor, se alguém tem alguma dica de como fazer funcionar no Kernel 3 coloca nos comentários aí, vamos nos ajudar.

Juro, na próxima fez que eu for comprar um notebook e vier com essa placa eu jogo ele na parede...

Lazarus crosscompiler Linux -> Windows (can't find unit system)

Ao tentar compilar um programa para a plataforma Windows você recebe a mensagem abaixo?

Can't find unit system used by...


Continua com o problema mesmo depois de ter seguido a dica abaixo?


Compilando um programa para windows no Linux

O problema ocorre porque no Free Pascal Compiler deve existir uma versão de cada unit compilada para cada sistema operacional de destino que será utilizado, no meu caso até existe mas na versão do FPC diferente da que eu uso no Linux e por isso no momento da compilação o Lazarus acaba buscando no path errado essas units, a única forma que eu consegui contornar o problema sem muito esforço foi alterando o path diretamente no arquivo de configurações do FPC, mas faço isso apenas no caso do Windows. Veja abaixo como contornar o problema.

1) Edite o arquivo /etc/fpc.cfg (você vai precisar editar com um editor de textos da sua preferência e com privilégios de super usuário, o sudo).

2) Procure pelo texto searchpath, você deve encontrar algo parecido com isso:

# searchpath for units and other system dependent things
-Fu/usr/lib/fpc/$fpcversion/units/$fpctarget
-Fu/usr/lib/fpc/$fpcversion/units/$fpctarget/*
-Fu/usr/lib/fpc/$fpcversion/units/$fpctarget/rtl
#-Fu~/fpc/packages/base/*/units/;~/fpc/fcl/units/;~/fpc/rtl/units/

Perceba que o que deve estar errado é justamente a variável $fpcversion, no meu caso ao tentar compilar para Windows o Lazarus está usando a última versão que eu tenho, que é a 2.4.4 e as minhas units estão compiladas apenas para a versão 2.4.2, como eu sei disso? Simples, verifique o seu diretório /usr/lib/fpc e veja as versões que você tem disponíveis, no meu caso aparecem 2 diretórios, veja abaixo:

je@je:/usr/lib/fpc$ ls -l
total 8
drwxr-xr-x 3 root root 4096 2011-10-17 16:40 2.4.2
drwxr-xr-x 6 root root 4096 2011-10-17 16:41 2.4.4

E se eu tentar localizar a unit compilada system.ppu veja o que aparece:

je@je:/usr/lib/fpc$ locate system.ppu
/usr/lib/fpc/2.4.2/units/i386-win32/rtl/system.ppu
/usr/lib/fpc/2.4.4/units/i386-linux/rtl/system.ppu

Ou seja, a minha system.ppu (e muito provavelmente todas as outras) está compilada para Win32 no FPC 2.4.2 e no FPC para Linux na 2.4.4.

Agora que já deu pra identificar bem o problema a solução é bem simples.

3) No arquivo /etc/fpc.cfg que você já abriu e encontrou o searchpath, faça a seguinte alteração, substitua todo aquele texto mostrado no passo 2 pelo seguinte:

# searchpath for units and other system dependent things
#IFDEF win32
-Fu/usr/lib/fpc/2.4.2/units/$fpctarget
-Fu/usr/lib/fpc/2.4.2/units/$fpctarget/*
-Fu/usr/lib/fpc/2.4.2/units/$fpctarget/rtl
-XPfpc-i386-win32-
-FD/usr/bin
#ELSE linux
-Fu/usr/lib/fpc/$fpcversion/units/$fpctarget
-Fu/usr/lib/fpc/$fpcversion/units/$fpctarget/*
-Fu/usr/lib/fpc/$fpcversion/units/$fpctarget/rtl
#-Fu~/fpc/packages/base/*/units/;~/fpc/fcl/units/;~/fpc/rtl/units/
#ENDIF

Note que o que eu fiz foi apenas uma seleção, ou seja, caso esteja sendo compilado para Win32 a versão do FPC utilizada será a 2.4.2 (hardcode) e caso esteja sendo compilado para Linux vai pegar automaticamente a última versão instalada através da variável $fpcversion.

É isso, agora se você ainda estava com o Lazarus aberto, feche e abra novamente para que ele carregue essas configurações na sua inicialização.

Creio que existem outras formas para resolver o problema e a mais correta seria recompilar as units para a última versão do FPC, mas essa creio que seja a mais rápida de resolver o problema e sem muita dor de cabeça.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mudar a opção default boot no Grub

As vezes queremos direcionar o boot para algum SO default (no caso de dualboot) ou até mesmo rodar o próprio Linux com uma versão de kernel diferente e deixar essa opção como default pra não ter que ficar selecionando, para fazer isso é bem simples, abra um terminal de comando e digite:

grep menuentry /boot/grub/grub.cfg


Será mostrado algo como:

menuentry 'Ubuntu, com Linux 3.0.0-12-generic' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 3.0.0-12-generic (modo de recuperação)' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-11-generic' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-11-generic (modo de recuperação)' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-10-generic' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-10-generic (modo de recuperação)' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-8-generic' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-8-generic (modo de recuperação)' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {
menuentry "Memory test (memtest86+)" {
menuentry "Memory test (memtest86+, serial console 115200)" {



Entenda, cada linha que contém um menuentry é uma opção do menu (ou submenu) do Grub e significa um índice, ou seja, a primeira opção é índice 0, a segunda é índice 1 e assim por diante, então caso você desejar colocar como padrão a opção 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-11-generic' deverá setar a variável GRUB_DEFAULT no arquivo /etc/default/grub com o valor 2, ficando assim:

GRUB_DEFAULT=2

Porém, digamos que você instalou mais um kernel e agora esse índice mudou... seria chato ter que editar cada vez o arquivo para trocar a opção default não é mesmo? Para nossa sorte existe a opção de colocar a descrição do menu nesta mesma variável, ou seja:

GRUB_DEFAULT="Ubuntu, com Linux 2.6.38-11-generic"

Legal né? Legal sim, mas não funciona, ou melhor, pode não funcionar se essa opção estiver definida dentro de um "submenu" do Grub, para saber se ela está inserida em um submenu você deve editar o arquivo /boot/grub/grub.cfg e procurar pela palavra submenu, se você encontrar algo do tipo:


submenu "Previous Linux versions" {
menuentry 'Ubuntu, com Linux 2.6.38-11-generic' --class ubuntu --class gnu-linux --class gnu --class os {


Significa que essa opção está inserida em um submenu e neste caso aquela variável deve ser definida diferente, nela deve constar a opção do menu principal a qual faz parte o submenu, no exemplo apresentado aqui, ela deve ser:

GRUB_DEFAULT="Previous Linux versions>Ubuntu, com Linux 2.6.38-11-generic"

Note o ">" fazendo a separação do menu e submenu.


Quase tudo pronto, agora que você já fez as alterações necessárias (identificando a opção default pelo seu índice ou pelo seu nome) vamos precisar recriar esse menu no arquivo de configuração do Grub que será utilizado no boot, basta digitar:

sudo update-grub

UPDATE: Esse 'sudo update-grub' você vai precisar executar sempre que for instalado um novo kernel, caso contrário ao ser instalado um novo kernel essa seleção default não funcionará mais.

É isso!






Recuperar o Grub

Se por algum motivo você se deparou com o prompt do grub esperando um "genial" comando ao dar boot no seu computador, não se desespere, aqui você vai ver como faz para recuperar o grub perdido.

Você vai precisar de um live-cd, ou de preferência um live-pen (a natureza agradeçe!) com a versão do Ubuntu/Kubuntu nele, faça o boot utilizando esse live e abra uma janela de comando (konsole no caso do Kubuntu) para digitar (enter após cada nova linha):

sudo -i
mount /dev/sda1 /mnt
grub-install --root-directoru=/mnt/ /dev/sda

Se não ocorreu nenhuma mensagem de erro, é só isso, basta retirar o line do cd/usb e dar boot novamente.

ATENÇÃO: na 2a. linha eu informe como sendo sda1 a minha partição que tem o SO instalado e que é onde deveria constar o grub, então veja se por acaso no seu micro não é outra e faça a devida substituição.



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Kubuntu: Travando versão do driver da placa wifi broadcom

Se você possui uma placa wifi broadcom e utiliza o Ubuntu/Kubuntu provavelmente já deve ter quebrado a cabeça para conseguir fazer essa placa funcionar corretamente, não?

Bom, não é muito difícil depois que se encontra o caminho das pedras. Se você usa Ubuntu basta seguir essa dica http://bisbilhubuntu.blogspot.com/2011/05/ubuntu-1104-placa-de-rede-wireless.html, agora, se você utiliza o Kubuntu assim como eu (desisti do Ubuntu por causa do Unity, acabei indo para o Kubuntu com KDE 4 e sou obrigado a dizer que estou gostando mais do que o Gnome inclusive...), então nesse caso você deve fazer a instalação do driver da placa exatamente como foi descrito no link para o Ubuntu e o que muda é apenas a forma de marcar o pacote da placa para deixa-lo na mesma versão sem atualização, o procedimento é o seguinte:


OBS: siga os passos da instalação do pacote através do link do Ubuntu e depois prossiga com os passos abaixo.

1) Crie com o seu editor preferido o arquivo /etc/apt/preferences.d/broadcom-pin-1000 e insira o seguinte conteúdo neste arquivo:


Package: bcmwl-kernel-source
Pin: version 5.60.48*
Pin-Priority: 1000



2) Salve o arquivo (você vai precisar de acesso root pra isso)

3) Acesse o konsole e digite:
sudo apt-get update

Pronto, a versão do driver foi fixada na 5.60.48*, se você quiser ver o resultado pode executar o comando "apt-cache policy bcmwl-kernel-source", provavelmente você deve ter uma saída parecida com essa:


bcmwl-kernel-source:
  Instalado: 5.60.48.36+bdcom-0ubuntu5
  Candidato: 5.60.48.36+bdcom-0ubuntu5
  Pacote alfinetado ("pin"): 5.60.48.36+bdcom-0ubuntu5
  Tabela de versão:
     5.100.82.38+bdcom-0ubuntu3 1000
        500 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ natty/restricted i386 Packages
 *** 5.60.48.36+bdcom-0ubuntu5 1000
        100 /var/lib/dpkg/status

Ou seja, já existe uma versão 5.100 nos repositórios mas ela não será atualizada porque está "alfinetado" na 5.60 

;-)


[]'s